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Publicado em 24/07/2025, às 10h11 White House/Pete Sousa Matheus Simoni
O governo dos Estados Unidos recuou após relatos de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado em maio de que ele estava entre centenas de nomes mencionados em documentos do Departamento de Justiça relacionados ao empresário acusado de chefiar uma rede internacional de pedofilia, Jeffrey Epstein.
A Casa Branca chegou a chamar de falsa a notícia divulgada pelo Wall Street Journal, que afirmou que o líder americano recebeu a informação através da Procuradora-Geral Pam Bondi durante uma reunião de rotina. Ela chegou a dizer que a presença nos documentos não era sinal de qualquer irregularidade por parte de Trump.
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Como resposta, a Casa Branca chegou a proibir a participação de um jornalista do Wall Street Journal na coletiva de imprensa que abordava a viagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Escócia na última semana. Outro alvo escolhido pelo governo americano foi o ex-presidente dos EUA Barack Obama.
Acusando o Obama de "conspiração", Trump tenta convencer parte de sua base a virar a página e parar de acusá-lo de falta de transparência por sua relutância em revelar detalhes sobre o caso Epstein. Apoiadores do presidente pressionam para que ele revele mais informações sobre o pedófilo, de quem Trump era amigo antes de, segundo o próprio, eles se desentenderem em 2004.
Em recentes publicações nas redes sociais, Trump passou a mirar Obama e ex-integrantes de sua administração na presidência dos EUA como forma de tentar associar o democrata ao caso. Confira:
Na avaliação da chefe de inteligência de Trump, Tulsi Gabbard, Obama havia conduzido um "golpe de Estado que durou anos". Foi, segundo ela, uma "conspiração traiçoeira contra o povo americano, nossa República, e uma tentativa de minar o governo do presidente Trump". Já Pam Bondi disse que nada nos arquivos justifica uma investigação ou "processo mais aprofundado".
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