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Entenda razões da proibição de companhias aéreas internacionais a país da América do Sul

Proibição vem à tona em meio à crescente dos conflitos entre o país e os Estados Unidos nos últimos dias  |  Reprodução / Youtube

Publicado em 28/11/2025, às 17h56   Reprodução / Youtube   Gabriel Santana

A Venezuela proibiu as licenças de operação das companhias aéreas: Iberia (Espanha), TAP (Portugal), Avianca (Colombia), LATAM (Brasil/Chile), Gol (Brasil) e Turkish Airlines (Turquia), na última quinta-feira (27), por conta de um alerta sobre o agravamento da situação de segurança e o aumento da atividade militar no país.

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Na última semana, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) alertou sobre o espaço aéreo da Venezuela estar em uma situação bem perigosa. De acordo com o Al Jazeera, os motivos alegados foram a piora da segurança e o aumento da atividade militar no país da América do Sul.

A proibição vem em meio ao aumento da tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela, muito por conta da abordagem de Donald Trump, republicano e atual presidente estadunidense, ter chamado de narcoterrorismo no Caribe.

Desde setembro, os Estados Unidos atacaram, ao menos 21 vezes, contra supostas embarcações acusadas de tráfico de drogas, matando pelo menos 83 pessoas. A Venezuela alegou que os ataques realizados equivalem a assassinatos.

Na noite da última quarta-feira (26), a autoridade de aviação civil da Venezuela anunciou que as licenças das companhias aéreas internacionais seriam revogadas e a decisão foi tomada contra as alegações do país norte-americano por conta de “ações de terrorismo de Estado promovidas pelo governo dos Estados Unidos”.

A Venezuela tinha dado um prazo de 48 horas, na última segunda-feira (24), para que as companhias aéreas retomassem seus voos cancelados, sob pena de perderem suas licenças.

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