A ex-freira japonesa Kumiko Kosaka, de 51 anos, foi condenada a 20 anos de prisão por cometer crimes de
abuso sexual contra crianças surdas no Instituto Antonio Próvolo, em Mendoza, na Argentina. A decisão saiu na quinta-feira (24) pelo
Tribunal Penal Colegiado de Mendoza. O caso veio à tona no ano de 2016, quando uma investigação judicial revelou denúncias contra membros da instituição.
🇦🇷 Un tribunal de Argentina condenó a 20 años de prisión a la exmonja Kumiko Kosaka por abusos sexuales contra niños sordos en un instituto religioso en la provincia de Mendoza pic.twitter.com/5TGWthtKLM
— Telemundo (@TelemundoUY) September 25, 2026
De acordo com reportagem divulga pelo UOL, os abusos ocorreram entre 2005 e 2016, período em que a instituição abrigava crianças e adolescentes com deficiência auditiva. Kosaka foi considerada culpada por sete crimes envolvendo cinco vítimas.
A Suprema Corte de Mendoza anulou, em agosto deste ano, uma decisão anterior que havia absolvido a ex-religiosa em 2023 e determinou um novo julgamento.
🇦🇷 Un tribunal de Argentina condenó a 20 años de prisión a la exmonja Kumiko Kosaka por abusos sexuales contra niños sordos en un instituto religioso en la provincia de Mendoza pic.twitter.com/5TGWthtKLM
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Apesar de condenada, Kosaka permanecerá em liberdade até que a sentença se torne definitiva. Ela também foi proibida de deixar a província de Mendoza e impedida de trabalhar com menores por dez anos.
COMO OCORREU
O Instituto Próvolo foi fechado após denúncias de abusos e ganhou repercussão internacional, após os crimes a justiça Argentina já condenou dois ex-padres. Em 2019, Nicola Corradi recebeu pena de 42 anos, enquanto Horacio Corbacho foi condenado a 45 anos de prisão.
A defesa de Kosaka apresentou novos recursos contra a condenação, enquanto familiares das vítimas afirmaram que a decisão representa uma reparação após anos de disputa judicial e traumas vividos pela crianças.
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