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Publicado em 19/09/2026, às 10h26 Reprodução Maycol Douglas
Três telegramas da embaixada brasileira na cidade de Washington, capital dos Estados Unidos, sobre a designação das facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como terroristas pelo governo Trump, foram colocados em sigilo por, no mínimo, 15 anos.
As informações foram disponibilizadas através da Lei de Acesso à Informação (LAI). A determinação é de que os telegramas são considerados como "imprescindíveis à segurança da sociedade", além de haver perigo no sentido de "prejudicar ou pôr risco a condução de negociações ou as relações internacionais do país, ou as que tenham sido fornecidas em caráter sigiloso por outros Estados e organismos internacionais".
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Os documentos da medida foram feitos entre janeiro e maio deste ano. O período é antes do secretário de Estado do país norte-americano, Marco Rubio, determinar as facções brasileiras como ameaças terroristas. A pasta com maior tempo de sigilo tem como assunto "EUA Classificação de grupos terroristas" e tem sigilo até o ano de 2041.
Quem aparece como autoridade classificadora deste documento é Maria Luiza Ribeiro Viotti, embaixadora brasileira nos Estados Unidos. Os outros dois documentos estão em sigilo até o ano de 2031. Vale destacar que a legislação brasileira trabalha com três níveis de sigilo:
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