Polícia

Embasa e polícia localizam imóveis com ligação de água clandestina em Mussurunga

O proprietário terá que pagar R$ 15 mil para responder em liberdade   |  Divulgação/ Embasa

Publicado em 06/12/2018, às 14h44   Divulgação/ Embasa   Redação BNews

Um prédio residencial e um comercial, que estava com ligação clandestina, foi localizado durante a operação de combate a fraudes realizada pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) com apoio da Polícia Civil, Militar e Departamento de Polícia Técnica (DPT), nesta quarta-feira (5). Os dois imóveis, localizados na Rua Desembargador Wilde de Lima, estavam com a ligação cortada e um débito de mais de R$ 30 mil.    
Segundo a Embasa, a ligação foi implantada em um ponto bem distante dos dois imóveis e os técnicos da Embasa precisaram escavar um trecho da rua Desembargador Wilde de Lima.

O proprietário dos imóveis foi levado à 12ª Delegacia de Polícia, em Itapuã. O delegado estabeleceu uma fiança de R$15 mil para que ele pudesse responder em liberdade pela fraude cometida.  

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Na ocasião, os técnicos descobriram outro ramal clandestino, desviando água da Embasa para abastecer dez casas, uma barraca de chapa e um Lava a jato, situados em uma travessa próxima. Os responsáveis por esses imóveis também serão convocados para prestar esclarecimentos.

Além disso, a Embasa informou que qualquer intervenção no hidrômetro e na rede da empresa com o intuito de furtar água é crime e o infrator está sujeito ao cumprimento das penalidades previstas na legislação vigente. De acordo com o Artigo 155 do Código Penal Brasileiro, a prática de furto de água é qualificada como crime contra o patrimônio, sujeita a pena de reclusão além de multa. O usuário que estiver nessa situação deve procurar um ponto de atendimento da empresa e regularizar sua ligação, evitando problemas e corte no abastecimento do imóvel. 

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