Polícia
Publicado em 29/06/2026, às 08h46 - Atualizado às 10h48 Reprodução/Google Camila Sales
O adolescente acusado de participar e de ser o mentor do estupro coletivo de uma menina de 17 anos, no Rio de Janeiro, relatou que um professor de uma escola do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) havia o humilhado e agredido, além de expor em sala detalhes do caso do estupro que ele havia cometido em janeiro, em março.
Em abril, a Vara da Infância e da Juventude determinou sua internação no sistema socioeducativo fluminense.
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Apesar de haver provas, através dos internos que confirmaram o relato. A Degase, em nota, afirmou que as situações que envolvem agressão física, psicológica e segurança são tratadas com rigor e atenção pela instituição.
"As ocorrências relatadas encontram-se sob apuração pelos órgãos competentes e seguem sendo acompanhadas pelo Degase", diz o texto.
O adolescente passou a ser acompanhado e a ter vigilância reforçada, segundo a direção do Centro de Socioeducação Aeroporto Dom Bosco (Cense Dom Bosco).
Uma adolescente, de 17 anos, sem nome revelado, afirmou ter sido atraída pelo namorado para o apartamento dele em Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ). Ao chegar no local, a jovem foi informada que aconteceria “algo diferente”, fato que ela recusou.
Dentro do local, a jovem foi levada para um quarto, onde ficou trancada com quatro homens que teriam forçado manter relações com eles. Após a vítima ter negado, os suspeitos começaram a tirar a roupa da menor e começar a praticar os atos sexuais com violências físicas e psicológicas contra ela.
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