Polícia
Publicado em 10/03/2026, às 16h23 - Atualizado às 16h24 Reprodução/Baiana FM Antonio Dilson Neto
O comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Antônio Carlos Silva Magalhães, destacou o desempenho das forças de segurança durante oCarnaval de Salvador de 2026, que terminou sem registro de homicídios nos circuitos da festa pelo terceiro ano consecutivo.
A avaliação foi feita durante entrevista ao programa De Cara com o Líder, apresentado pelo vice-governador Geraldo Júnior, transmitido nesta terça-feira (10) pelaBaiana FM.
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Segundo o comandante, a operação contou com cerca de 16 mil policiais militares atuando apenas em Salvador, incluindo reforço de efetivos vindos do interior do estado.
“A minha tropa esteve diretamente envolvida na Operação Carnaval. Aplicamos 16 mil policiais militares na capital, inclusive com reforço do interior. Esse esforço coletivo resultou em um carnaval muito proveitoso, com resultados que estão aí para todos verem”, afirmou.
Durante a entrevista, o vice-governador ressaltou o planejamento adotado para a festa e a integração entre as forças de segurança. Um dos destaques foi a ampliação dos portais de abordagem, instalados nas entradas dos circuitos do carnaval.
Em 2026, foram montados 53 portais de controle, seis a mais que no ano anterior. De acordo com o balanço da operação, as estruturas contribuíram para a apreensão de cerca de 7.500 objetos proibidos, que poderiam ser usados em crimes.
A operação também contou com recursos tecnológicos, incluindo sistemas de reconhecimento facial, drones e equipes de inteligência posicionadas em diferentes pontos dos circuitos.
Segundo o comandante, 73 prisões foram realizadas com apoio da tecnologia de reconhecimento facial, sem necessidade de disparos de arma de fogo.
Além disso, equipes de inteligência acompanharam a movimentação da festa em tempo real, inclusive com agentes posicionados em trios elétricos, repassando informações às patrulhas.
De acordo com o coronel Magalhães, os resultados refletem a atuação integrada das forças de segurança envolvidas na operação.
Além da Polícia Militar, participaram da operação a Polícia Civil da Bahia, o Departamento de Polícia Técnica e o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia.
É fruto de um trabalho integrado. São várias instituições atuando juntas em uma operação de grande porte, que exige planejamento, presença e dedicação de cada profissional
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