Polícia

Caso Gritzbach: Investigação da PF aponta aliança entre policiais civis e PCC; entenda

Vinícius Gritzbach, empresário assassinado, denunciou extorsões e lavagem de dinheiro em delação premiada  |  Reprodução/Record

Publicado em 13/02/2025, às 08h28   Reprodução/Record   Redação BNews

O inquérito da Polícia Federal que investiga o caso Vinícius Gritzbach, empresário assassinado a tiros no Aeroporto de Guarulhos, em novembro de 2024, concluiu que policiais civis se aliaram ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e fizeram esquemas para exigir proprina em troca da promessa de impunidade. Quatro deles foram indiciados por crimes como extorsões, corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e associação criminosa.

Segundo informações do site Metrópoles, a PF indiciou 14 suspeitos. Entre eles estão os investigadores que conduziram o inquérito sobre a morte do traficante Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, que foi atribuída a Gritzbach.

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Em sua delação, o empresário sempre negou o crime. Ele chegou a confessar, porém, que lavou dinheiro para para traficantes e acusou policiais de exigirem R$ 40 milhões em propinas para não indiciá-lo pelo assassinato.

A polícia pediu para que sejam convertidas em preventivas as prisões temporárias do delegado Fábio Baena e dos policiais civis Rogério de Almeida Felício, o Rogerinho, Eduardo Lopes Monteiro, e Marcelo Marques de Souza, o Bombom, que teriam extorquido Gritzbach.

Ainda de acordo com as investigações, uma verdadeira trama foi montada para devolver relógios subtraídos a Gritzbach para tentar acabar com uma investigação sobre o caso na Corregedoria da Polícia Civil.

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