Polícia

Chineses ligados ao PCC são alvo de operação por movimentar R$ 1,1 bilhão em sete meses

Membros do PCC atuavam como laranjas em empresas ligadas à comercialização de produtos eletrônicos  |  Ilustrativa/Pixabay

Publicado em 12/02/2026, às 09h16   Ilustrativa/Pixabay   Redação BNews

Uma operação conjunta realizada pela Polícia Civil de São Paulo, Ministério Público e Secretaria da Fazenda, nesta quinta-feira (12), mira uma organização criminosa chinesa que teria ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e investigada por lavagem de dinheiro com a comercialização de produtos eletrônicos em escala nacional. Segundo as investigações, o grupo teria movimentado ao menos R$ 1,1 bilhão em apenas sete meses.

De acordo com a polícia, as vendas eram realizadas por meio de uma plataforma principal, mas os pagamentos eram direcionados a empresas de fachada, que funcionavam como contas de passagem para ocultar a origem dos recursos. As notas fiscais, por sua vez, eram emitidas por outras companhias, também ligadas ao esquema.

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Uma das empresas envolvidas estaria registrada em nome de um integrante do PCC, que atuava como laranja. Ainda segundo as investigações, o grupo utilizava membros de facções criminosas como sócios formais e beneficiários de imóveis de alto padrão, numa tentativa de blindar o patrimônio obtido ilegalmente.

Ao todo, estão sendo cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e três de prisão nos estados de São Paulo e Santa Catarina. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP), do Ministério Público, obtiveram na Justiça o sequestro de bens e valores que podem chegar a R$ 1,1 bilhão. Entre os ativos bloqueados estão pelo menos

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