Polícia
Publicado em 28/08/2026, às 10h06 - Atualizado às 10h21 Reprodução Redação Bnews
Presa nesta quinta-feira, 27, durante a Operação Fluxo Oculto, a funcionária investigada por desviar quase R$ 3 milhões de cinco empresas por meio de transferências via Pix, recebia mensalmente um salário de R$ 3 mil. A informação é do jornal Correio.
Ainda de acordo com o veículo de comunicação, os empregadores, vítimas das fraudes, passaram a estranhar o padrão de vida da suspeita, a partir de veículos, objetos de luxo e roupas caras que ostentava. Com esses indícios, uma auditoria interna foi iniciada pelas empresas e, depois, levaram o caso para Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC).
Segundo a Polícia Civil, a suspeita liderava um esquema criminoso de gerenciamento de pagamentos fraudulentos, causando um prejuízo às empresas superior a R$ 2,9 milhões.
Para cometer os golpes, a suspeita se aproveitava da função que exercia para simular situações de urgência financeira e possíveis riscos de aplicação de multas, buscando obter a aprovação rápida das transferências fraudulentas. A ideia da criminosa, segundo a polícia, era evitar a fiscalização dos sócios das empresas que atuam no ramo de construção civil e incorporação imobiliária.Entre abril de 2025 e maio de 2026, foram identificadas aproximadamente 386 transações, que totalizaram R$ 2.931.689,58 em prejuízos.
Quinze bairros de Salvador devem ficar sem energia nesta sexta-feira; saiba quais
Lula rebate pergunta de Renata Vasconcellos no JN sobre metas fiscais: "Pensei que começasse diferente"