Polícia

Empresa que integra facção criminosa teria movimentado R$ 300 milhões com dinheiro do tráfico; saiba mais

Empresa teve contas bloqueadas durante a Operação Chiusura  |  Divulgação | PCDF

Publicado em 31/03/2025, às 08h21   Divulgação | PCDF   Redação Bnews

Uma fintech - empresa ligada ao setor financeiro - sediada em São Paulo, suspeita de integrar uma organização criminosa especializada em tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro, movimentou cerca de R$ 300 milhões em apenas três meses

A instituição, que era investigada há um ano e meio, teve contas bloqueadas durante a Operação Chiusura, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). "As investigações identificaram uma estrutura criminosa altamente sofisticada e organizada, dividida em núcleos que operavam de forma coordenada no Distrito Federal e em diversos estados, incluindo Goiás, Rondônia, Mato Grosso do Sul e regiões do Nordeste. A rede adquiria drogas em áreas fronteiriças, garantia o transporte seguro dos entorpecentes e distribuía as drogas no DF e em outros estados, além de realizar complexas operações de lavagem financeira", disse a polícia.

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As investigações também apontaram que integrantes da organização criminosa, naturais do Goiás, estão residindo em Maceió, estado de Alagoas, e  mantendo laços com um traficante internacional natural de Campo Grande/MS, identificado como líder local de uma facção criminosa paulista.

Segundo a polícia, esse suspeito de alta periculosidade está preso na Bolívia desde o ano de 2023, quando, na época, ele foi capturado com granadas de uso restrito e uma aeronave carregada com cocaína. "A organização criminosa comandada por esses indivíduos é responsável pelo fornecimento de entorpecentes ao Distrito Federal, inclusive no episódio em que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, em fevereiro de 2024, a apreensão de um carregamento de Skunk no município de Ariquemes/RO", detalhou a PCDF.

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