Polícia
Publicado em 08/06/2026, às 06h13 - Atualizado às 06h14 Reprodução/GoFundMe Redação Bnews
Um funcionário do McDonald’s foi atacado com óleo fervente por um colega de trabalho em uma unidade de Yuba City, no norte da Califórnia, nos Estados Unidos, e permanece internado em estado delicado em uma UTI especializada em queimados mais de uma semana após o crime.
Jacob Smith, de 20 anos, sofreu queimaduras de segundo grau no rosto, pescoço, braço direito e costas durante o expediente. Uma cirurgia de enxerto de pele estava prevista para quinta-feira (4).
Ataque ocorreu durante expediente
De acordo com a polícia local, o agressor fugiu logo após o ataque. Quando os agentes chegaram ao local, a vítima ainda estava consciente.
"Ele estava de pé, andando e conseguindo se comunicar com eles, mas tinha marcas de queimadura visíveis na parte superior do tronco e no rosto", afirmou o tenente Michael Bullard, em entrevista à emissora ABC10.
Suspeito foi localizado e preso
As autoridades identificaram o suspeito como Jalani Bluett, de 23 anos. Após a emissão de um alerta de pessoa desaparecida em risco pelo gabinete do xerife do condado de Sutter, ele foi encontrado e preso.
Segundo a polícia, Bluett deve responder por agressão com arma letal, mutilação e agressão agravada com lesões corporais graves. A motivação do ataque não foi divulgada, e a vítima afirmou não saber o que teria levado à agressão.
Vítima enfrenta recuperação longa
Em uma campanha publicada na plataforma GoFundMe, a mãe de Jacob, Amber Smith, relatou a gravidade do estado de saúde do filho e o impacto da agressão.
"Como mãe dele, meu coração se partiu quando ele olhou para mim e disse: 'Por que ele faria isso comigo?'"
Ela afirmou que o jovem sente dores intensas e deve passar por um longo tratamento, com uso de medicamentos fortes, além de ficar afastado do trabalho por tempo indeterminado.
Segundo Amber, Jacob, que está noivo e prestes a iniciar uma nova fase da vida, tenta manter uma postura positiva diante da situação. Até o momento, a campanha de arrecadação criada para ajudar nas despesas médicas e na perda de renda já reuniu quase US$ 70 mil.