Polícia
Publicado em 31/08/2026, às 17h40 A Polícia Civil executou duas operações (A Operação Manus Agiles e a Operação Original). Elas buscam reprimir furtos e roubos de celulares. - Ascom-PCBA/Divulgação Elisa Martins
Um homem foi preso por suspeita de integrar um grupo criminoso que causou prejuízo em mais de R$ 162 mil a uma rede distribuidora. Ele foi encontrado em Candeias, nesta segunda-feira (31), durante uma ação policial. Outros três suspeitos estão presos desde abril.
As prisões aconteceram a partir de duas operações da Polícia Civil da Bahia (a Operação Manus Agiles e a Operação Original). O objetivo delas é reprimir furtos, roubos, receptação e comércio irregular de celulares na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e na capital baiana. A prisão do homem é um desdobramento da Operação Disconnected, que aconteceu em abril, quando o mandato de prisão dos outros três suspeitos foi cumprido.
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O Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) é o responsável pelas duas operações. A Operação Manus Agiles foi executada pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), enquanto a Operação Original foi realizada pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon).
De acordo com as investigações, o grupo composto por funcionários do empreendimento, em sua maioria, teria se aproveitado das funções exercidas na empresa para roubar diversos modelos de aparelhos pelo menos durante dois meses, em 2025. Na distribuidora eles articulavam para que as caixas com os objetos não chegassem à empresa. Até então, cinco aparelhos foram recuperados.
A região central de Salvador também foi alvo das ações de combate, mas por meio da Operação Original, realizada pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon). No total, dois estabelecimentos comerciais de acessórios para celulares foram fiscalizados com o objetivo de averiguar a venda e o armazenamento de produtos com marcas reproduzidas ou imitadas sem autorização dos titulares. As equipes também vistoriaram outras duas lojas de venda de vestuário.
As operações tiveram a colaboração da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA) e da Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon), da Prefeitura de Salvador.
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