Polícia
Publicado em 18/09/2026, às 20h12 Foto: Reprodução / redes sociais Natane Ramos
Após a morte da influenciadora e tiktoker Maria Eduarda Alves, conhecida como Duda Alves, mensagens de cunho sexual, misógino e criminoso começaram a repercutir nas redes sociais. A jovem faleceu aos 22 anos, em Brasília, e a causa da morte ainda é investigada.
Um comentário publicado no X, antigo Twitter, revoltou os internautas. Na publicação, um homem comentou que gostaria de trabalhar no Instituto Médico Legal (IML), sugerindo que os funcionários estariam violando o corpo da jovem e que ele gostaria de fazer o mesmo.
"Eita como eu queria trabalhar no IML nessas horas hein. Rapaziada deve tá tudo feliz lá, tem que aproveitar enquanto tá quente", declarou o usuário da plataforma.
apagar não adianta pic.twitter.com/wQHQwVvCjn
— 𝜗𝜚 (@gardenvioletz) September 15, 2026
A declaração gerou revolta nas redes sociais e o perfil do responsável pelo comentário criminoso foi apagado da plataforma. "Podiam achar seu perfil falando de necrofilia e mostrar pra sua esposa e filhos, seria no mínimo interessante", declarou um internauta. "Vilipêndio de cadáver é crime", disse outra. "Apagar não adianta", apontou a terceira pessoa após o homem excluir a conta.
Vale reforçar que vilipêndio de cadáver é crime no Brasil, previsto no 212 do Código Penal Brasileiro, com detenção de um a três anos, além de multa.
A influenciadora Duda Alves morreu aos 22 anos em Brasília, no dia 15 de setembro de 2026. A família da jovem anunciou o falecimento, mas não divulgou a causa da morte.
Duda acumulava mais de 745 mil seguidores no TikTok, onde compartilhava vídeos bem-humorados e rotina. Seu falecimento é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
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