Polícia
Publicado em 14/09/2026, às 18h48 - Atualizado às 21h48 Reprodução/TV Anhanguera Gabriel Santana
Um homem, de 39 anos, sem nome revelado e que dizia trabalhar com investimentos financeiros, foi preso suspeito de aplicar um golpe de mais de R$ 300 mil contra uma mulher que conheceu em um aplicativo de relacionamentos.
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O suspeito se apresentava em um perfil nas redes sociais como uma pessoa, mas, presencialmente, era muito diferente das imagens apresentadas. Ele foi preso em um hotel, na última quarta-feira (9), em Goiânia, na capital de Goiás (GO).
A Polícia Civil (PC) apontou que os autor dos estelionatos enganou a vítima de 37 anos, que trabalhava com o mercado financeiro, durante um ano.
Durante o relacionamento, o suspeito e a vítima tiveram vários encontros, e ela acreditava que estavam namorando. De acordo com o g1, a delegada da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) e responsável pelo caso, Lara Soares, apontou que ele conseguiu pegar alguns valores financeiros até que a mulher desconfiou e levou a situação para a polícia.
“No início, ele chegou a devolver alguns poucos valores, mas, com os valores maiores, ele sumiu. No último depósito, quando ela pediu para ele devolver, ele criou uma situação de que era necessário fazer um depósito para pagar taxas para poder retirar esse montante".
A investigação relatou que parte dos valores repassados ao golpista saiu da conta da avó da vítima e que o registro da última transferência foi no último dia 9 de junho.
Soares relatou que, quando o suspeito percebeu que não iria conseguir receber mais valores da mulher, pois ela não confiava mais nele, fugiu de Goiás (GO) e pegou um voo, em junho deste ano, para Foz do Iguaçu, no Paraná (PR). Quando ele voltou à região centro-oeste, a polícia já tinha o mandado em mãos e fez a prisão no hotel.
Além da mulher, de 37 anos, a polícia relatou que, quando efetuou a prisão, conversas do suspeito com outras mulheres foram identificadas. Os materiais serão enviados para analisar se a existência de outras vítimas ou comportamentos semelhantes serão comprovados. A PC apontou que o suspeito já tinha registro policial por estelionato.
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