Polícia

PF cumpre mandados de prisão contra suspeitos de lavagem de dinheiro em TJ

Agentes também estã cumprindo mandados de busca e apreensão  |  Ilustrativa | TJ Tocantins | Reprodução

Publicado em 23/08/2024, às 08h19   Ilustrativa | TJ Tocantins | Reprodução   Redação

Um suposto esquema envolvendo corrupção ativa, exploração de prestígio, lavagem de dinheiro e organização criminosa levou a Polícia Federal a deflagrar, na manhã desta sexta-feira (23), a Operação Máximus, no Judiciário do Estado do Tocantins.

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De acordo com a PF, as investigações apuram uma suposta negociação para compra e venda de decisões e atos jurisdicionais, além de condutas que visam lavar o dinheiro proveniente da prática criminosa investigada.

Agentes cumprem dois mandados de prisão preventiva e 60 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça, nos estados de Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Segundo a PF, o nome da operação faz referência ao personagem do filme Gladiador (Máximus), que lutou contra a corrupção na cúpula do poder no Império Romano.

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