Polícia

PM morto em aula de jiu-jitsu tinha caso com mulher do suspeito; saiba mais

A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava a morte do policial militar morto a tiros enquanto ministrava uma aula de jiu-jitsu  |  Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 17/08/2026, às 19h07   Reprodução/Redes Sociais   Leonardo Oliveira

A Polícia Civil do Mato Grosso concluiu o inquérito que investigava a morte do policial militar de 32 anos, Renato Oliveira Aragão, morto a tiros enquanto ministrava uma aula de jiu-jitsu em um projeto social  em Várzea Grande, na Região Metropolitana de Cuiabá (MT). 

As autoridades confirmaram a autoria do crime, de Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, indiciado na última sexta-feira (17), pelo crime de homicídio qualificado pelo emprego de meio cruel e recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa da vítima, em pena que varia de 12 a 30 anos de reclusão. 

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A polícia concluiu que a motivação do crime seria passional, no qual o PM mantinha um caso amoroso extraconjugal com a companheira de Jonathan há mais de dois anos entre término e reatamentos. O inquérito foi enviado ao Poder Judiciário e ficará à disposição do Ministério Público para análise e possível oferecimento de denúncia. Enquanto isso, o investigado segue preso preventivamente.

O policial foi atingido por vários disparos durante aula em projeto social. Aragão ensinava jiu-jitsu num centro de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, quando o suspeito invadiu o local e o matou.

Reprodução / Redes Sociais
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