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Polícia revela novos detalhes da atuação do grupo criminoso que monitorava agentes de segurança na Bahia; confira

Grupo criminoso é conhecido por monitorar forças de segurança e executar rivais  |  Divulgação | PCBA

Publicado em 16/06/2026, às 06h43 - Atualizado às 07h07   Divulgação | PCBA   Redação Bnews

O grupo criminoso que é alvo da Operação Gênesis, deflagrada nesta terça-feira (16), trata-se da “Tropa do Cote” ou “Tropa do CF”, como é conhecido por comparsas e rivais. Com inserção em comunidades de Salvador e municípios da região metropolitana, a atuação do bando vai para além da execução de rivais e do monitoramento das forças de segurança.

Conforme informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o modus operandi do grupo inclui desde a utilização de armamento de grosso calibre para intimidar moradores, até planos para dificultar a atuação das forças de segurança nessas localidades onde possuem atuação. Responsável também por ataques contra grupos rivais, os integrantes do bando ainda possuem envolvimento em  diversos homicídios relacionados à disputa por territórios. 

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Por  meio de nota divulgada à imprensa, a PCRJ apresentou novos detalhes da atuação do grupo. "Mesmo após ações anteriores atingirem integrantes de destaque da organização, as apurações revelaram que a facção passou por um processo de reestruturação interna. O principal líder continuou exercendo influência sobre o grupo, enquanto um de seus homens de confiança assumiu a coordenação operacional das atividades criminosas. As investigações também identificaram uma rede de operadores e foragidos distribuídos por diferentes estados, responsáveis por manter o funcionamento da organização e garantir a continuidade das ações ilícitas”, disse.

Na Bahia, os cercos atingem os bairros de Águas Claras, Sussuarana e Nova Sussuarana, na capital baiana, além dos municípios de Lauro de Freitas e Retirolândia, na Bahia. No Rio de Janeiro, os agentes cumprem mandados em endereços ligados aos alvos nos municípios de Nova Iguaçu e Macaé.

"O compartilhamento de informações de inteligência e a atuação integrada das Polícias Civis do Rio de Janeiro, da Bahia e de Santa Catarina foram fundamentais para localizar integrantes da facção em diferentes regiões do país e enfraquecer sua estrutura criminosa", completou a Polícia Civil do RJ. 

Classificação Indicativa: Livre


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