Polícia

Servidor do TST é investigado por beijar e acariciar coxas de estudante de 16 anos; veja vídeo

Servidor dava aulas particulares para estudante e se aproveitava desses momentos para abusá-la  |  Ilustrativa/Ascom-PCBA

Publicado em 08/04/2026, às 09h42   Ilustrativa/Ascom-PCBA   Redação BNews

Um servidor do Tribunal Superior do Trabalho (TST) é investigado pela Polícia Civil por suspeita de abuso sexual contra uma adolescente de 16 anos durante aulas particulares de matemática, em um condomínio de Águas Claras, no Distrito Federal. As informações são da coluna Na Mira, do Metrópoles.

Elmer Catarino Fraga, de 63 anos, é técnico judiciário de carreira lotado no Núcleo de Policiamento Ostensivo da Corte. Além da função no Judiciário, ele também atuava como professor particular e, segundo as apurações, utilizava a posição de autoridade para conquistar a confiança de famílias e ter acesso a residências em condomínios de alto padrão.

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De acordo com a investigação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), o servidor começou a dar aulas para a jovem em setembro de 2023. Durante meses, manteve uma conduta considerada normal, até que passou a adotar comportamentos invasivos.

Conforme o inquérito, ele se aproximava fisicamente da adolescente de forma excessiva, sentando-se muito perto e tocando a vítima. Vídeos gravados pela adolescente mostram carícias em partes do corpo como coxas, pescoço e nuca, além de conversas com teor sexual.

As investigações apontam ainda que o servidor teria tentado silenciar a adolescente por meio de ameaças. Ele teria usado a experiência na área de segurança do TST para intimidar a vítima, inclusive com ameaças de morte caso o caso fosse revelado.

A denúncia foi formalizada pelo pai da jovem após ela reunir provas, incluindo imagens e áudios. A Polícia Civil do Distrito Federal agora investiga se há outras vítimas.

Procurado pelo Metrópoles, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) disse, em nota, que "não identificou nenhuma informação sobre o caso nas unidades competentes, mas conta com estruturas e procedimentos administrativos para tratar da questão internamente caso a denúncia se concretize".

O servidor, por sua vez, não foi localizado pela reportagem. 

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