Cuidar da saúde está longe de ser um problema para os políticos que “batem cartão” no Congresso Nacional. Na Câmara Federal, por exemplo, até ex-deputado tem direito a convênio ilimitado. Para isso, basta pagar uma mensalidade de R$ 868 para ter um plano. Deputado no exercício do mandato paga apenas R$ 249 com direito aos mesmos benefícios.
No Senado, a mamata é ainda melhor, já que os parlamentares não precisam pagar nem um centavo pelo resto da vida por um convênio de saúde e tem a garantia do serviço sem nenhum limite de cobertura.
Enquanto 73,7% dos brasileiros sofrem nas filas do SUS (Sistema Único de Saúde) e outros 26,3% brigam com seu plano médico, segundo dados do IBGE.
O senador Romeu Tuma, morto aos 79 anos em outubro do ano passad, foi um dos beneficiados com convênio que bancou o transplante e a importação, direto da Alemanha, de um coração artificial ao custo de US$ 500 mil - o equivalente a R$ 833 mil.
Classificação Indicativa: Livre