Política
Publicado em 01/06/2015, às 19h45 Marivaldo Filho (Twitter: @marivaldofilho)
“Conversei com procurador, que solicitou dos interessados todas as documentações. Às vezes, circulam decisões parciais, processos judiciais. Enquanto os processos não estiverem conclusos, nada impede que o cidadão assuma um cargo na administração. Só depois do processo transitado e julgado que o cidadão é enquadrado como ficha-suja”, argumentou Rui Costa.
Durante a entrevista, o governador também comentou a conclusão do Ministério Público da Bahia (MP-BA), que, categoricamente, afirmaram que os laudos técnicos apontam que os policiais militares executaram os doze jovens no Cabula em fevereiro deste ano.
Para Rui, o MP-BA poderia ter aguardado a reconstituição do crime para divulgar a conclusão com base em laudos técnicos.
“A reconstituição é uma etapa extremamente importante. Independente do convencimento ou não, poderiam esperar mais para depois explicitar a conclusão. Acredito que após a reconstituição, quando são confrontadas todas as versões, uma opinião ficaria muito mais sólida. Respeito o posicionamento, mas não posso concordar”, afirmou Rui Costa.
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