Foto: Edson Ruiz//Bocão News
Na manhã desta quarta-feira (29), apenas as comissões da Mulher e de Assuntos Territoriais e Emancipação tiveram sessões na Assembleia Legislativa. As outras oito permanentes não obtiveram o quórum para serem realizadas.
Os corredores do parlamento baiano estavam vazios. O único assunto comentado por aqueles que ali trabalham é se haverá acordo entre as lideranças partidárias e o Tribunal de Justiça para que seja votado o projeto de privatização dos cartórios nesta tarde.
No encontro, marcado para as 14h, os parlamentares tentarão chegar a um consenso ou a um termo que possibilite a votação do projeto. Caso os governistas e os representantes do judiciário cheguem a um acordo, à oposição restará os recursos regimentais, como a obstrução da sessão.
Contudo, o líder da bancada governista, deputado Zé Neto (PT), defensor de que o projeto seja levado à pauta o quanto antes, disse também que pretende chegar a um denominador comum. Poucos, no entanto, acreditam que esta possibilidade seja real.
O projeto indo a Plenário nesta tarde, o segundo turno da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) também vai e, então, estará aberto, oficialmente, o recesso de julho.
Comissão da Mulher - Durante a reunião da comissão, as deputadas discutiram a preparação para a Conferência Nacional de Políticas para Mulheres. De acordo com a presidente, Luiza Maia, a ideia agora é realizar o encontro estadual, para isso, as parlamentares se reúnem com a secretária de Mulheres, Vera Lúcia Barbosa, na próxima quinta, às 11h.
“Nós vamos convidar as mais de 40 prefeitas e as vereadoras do estado. Nós queremos envolve-las neste processo. Porque existem prefeituras que não têm espaço algum para discutir as questões das mulheres. É preciso ampliar a participação nos espaços de poder”afirmou.
Se Liga Bocão - A deputada Luiza Maia é a convidada do apresentador Zé Eduardo no programa Se Liga Bocão, da rádio Itapoan FM. Na oportunidade, a parlamentar vai defender o seu projeto de
Lei 19.203, que dispõe sobre a proibição do uso de recursos públicos para contratação de artistas que em suas músicas, danças ou coreografias desvalorizem, incentivem a violência ou exponham as mulheres a situação de constrangimento.
Em conversa com a reportagem do
Bocão News a deputada fala um pouco sobre este projeto. Clique
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