João Leão, o chefe da Casa Civil de Salvador, viajou segunda-feira (11) à Brasília, de pires nas mãos, para liberar, junto ao Ministério da Saúde, a autorização para usar R$ 34 milhões enviados para medicamentos que estão retidos. Pelo visto, a prefeitura não sabia o que fazer com o dinheiro e o governo federal reteve.
Agora o dinheiro terá a destinação, mais que justificada. A quitação da dívida da prefeitura com os hospitais filantrópicos, entre eles o Martagão Gesteira.
Não obstante deve passar com o pires no Ministério das Cidades para recolher os R$ 28 milhões que, segundo a prefeitura, faltam para colocar nos trilhos a primeira etapa do metrô de Salvador (Lapa/ Acesso Norte). Prometido por Leão para o final deste ano. O valor seria referente à construção de um pátio de manobra.
Já o orçamento da segunda etapa (Acesso Norte/ Pirajá), uma imposição do Tribunal de Contas da União (TCU) após suspeitas de superfaturamento, deve ficar pronto na semana que vem. O documento deveria estar finalizado pelo Exército desde o dia 1º de julho, mas, por dificuldades em encontrar preços de produtos importados, sua apresentação foi adiada duas vezes.
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