Política

Candidatura própria a presidência da AL seria “forçar barra”, analisa Luiza Maia

Publicado em 19/11/2016, às 20h53   Gilberto Júnior / Bocão News   Victor Pinto

A deputada estadual Luiza Maia (PT) minimizou quando especulada sobre ser um possível nome feminino entre os deputados para se posicionar como candidata a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia. A petista, em conversa com o Bocão News neste fim de semana, afirmou que não tem essa pretensão e a situação, caso viesse a ocorrer, seria uma forma de “forçar a barrar” desnecessariamente.

“Eu sempre defendi de ter uma candidata mulher, mas eu, pessoalmente, não tenho articulação, não tenho voto para colocar tanto. A gente deve entender cada realidade. Ficaria um pouco forçar a barra. Nós estamos conversando com a bancada para dialogar com os candidatos. Mas esse debate aí só a partir de janeiro”, disse.

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Sobre a possibilidade do PT compor com aliados ao invés de lançar candidato próprio, como já houve articulação nos últimos pleitos, Maia afirmou que existe uma dependência de como a oposição vai ser movimentar.

“Se discute muito se o DEM, o prefeito de Salvador, colocar um candidato, isso se transforma em disputa de projeto. Nós vamos analisar. Pessoalmente não tenho opinião a respeito disso, de como será a condução do processo”.

Sobre a chegada do ex-governador Jaques Wagner (PT) no governo de Rui Costa (PT), através da presidência do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, a petista foi só elogios.  “Apesar dos ataques que eles [Rui e Wagner] tem sofrendo, eu acho interessante. Wagner é um grande articulador, uma pessoa que tem grande capacidade de aglutinar. Não poderíamos deixar uma pessoa desse nível sem ocupar um espaço importante. Estou aplaudindo a decisão de Rui”, finalizou. 

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