Política
Publicado em 13/12/2016, às 08h02 Arquivo Bocão News Victor Pinto
A adulteração, popularmente conhecida como “batismo” causa impactos, segundo o edil, não só nos motores dos veículos, mas também no meio ambiente.
Pelo projeto, a constatação da irregularidade deve ser feita pelo laudo pericial emitido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) através de um processo administrativo que poderá ser implantado pela prefeitura de Salvador.
Caso a adulteração do combustível seja comprovada, a licença de funcionamento será cassada, ficando os revendedores proibidos de atuar no ramo pelo período de cinco anos.
“Queremos combater essa prática comercial fraudulenta e são frequentes as denúncias de casos suspeitos. A mudança dessa realidade exige medidas duras, e para coibir a prática a lei prevê o impedimento de funcionamento do estabelecimento que comprovadamente revender combustível adulterado”, justificou o vereador Beca.
Publicada originalmente dia 12