Política
Publicado em 05/01/2017, às 10h37 Gilberto Junior//Bocão News Redação Bocão News
A parlamentar ressalta que o decreto não tem valor jurídico ou consequência prática, o ato dá margem a interpretações discriminatórias em um momento em que a humanidade luta contra a onda de violência inspirada na intolerância religiosa.
“A fé é uma decisão de foro íntimo e não pode ser confundida com atos administrativos de interesse público”, disse Lídice da Mata em nota divulgada nesta quinta-feira (5).
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