Política
Publicado em 09/05/2017, às 18h39 Arquivo / Bocão News Victor Pinto
Porém, a labuta não acabou. Kátia reagiu a alguma possibilidade de desistência por parte do Palácio Thomé de Souza de nomeá-la. “Não tem isso. O cargo era importante e tinha cinco meses que estava vago, não há desistência. A função precisava ser preenchida. Eu só queria saber o motivo do governador me segurar. Um secretário disse aí, que eu achei irônico, que só me libera para ser secretária. Porém, vários outros policiais, basta você ver no Diário Oficial, estão recebendo liberações para outras funções fora da polícia”, disse.
A suplente do Solidariedade na Câmara de Salvador afirmou que o projeto de assumir a função na prefeitura era o de endurecer a fiscalização na cidade com objetivo de atuar como uma espécie de polícia administrativa e assim coibir situações que tenham propensões a violência. “Meu objetivo com o prefeito é fazer uma atuação ostensiva no Executivo num setor administrativo para que possamos, de alguma forma, cumprindo nosso papel, combater a violência que tem crescido muito”.
“Eu quero entender, por exemplo, porque de Wagner me liberar três dias depois de Neto ter pedido quando eu assumi a LIMPURB e Rui Costa fica nesta implicância. No dia que ele me liberar, no outro estou nomeada”, completou.