Política

Modal da Paralela parecia osso, agora é filé

Publicado em 12/08/2011, às 09h10      Fidelis Tavares

Para além da Câmara de Vereadores de Salvador, mas a fim de engrossar o caldo da sopa do modal da Avenida Luiz viana Filho (Paralela), o Setps, depois do martelo batido entre o executivo estadual e municipal, quer criar alvoroço ao protocolar documento na câmara e na prefeitura declarando que banca R$ 600 milhões para a obra da Paralela, caso o modal mude para BRT.
O fato é tratado pelo colunista de A Tarde, Levi Vasconcelos, que diz que o BRT seria explorado por 25 anos, após o que seria implantado o metrô. Ele reforça que na carta do Setps o texto sugere ao prefeito que o dinheiro "poupado", seria canalizado para a extensão do metrô até Cajazeiras.
Ao que parece o Setps quer um desacordo/rompimento do prefeito com o governador a para benefício particular dos donos de empresas de trasnporte de Salvador.
Levi indica que:
1- O Setps perdeu a parada mais ainda não jogou a toalha e partiu para a briga frontal.
2- João Henrique não  mostrou disposição para recuar, mas terá problemas com as insatisfações da Câmara, o que pode atrasar o processode implantação do metrô.
Em suma, é vatapá no no ventilador.   

O  secretário Robson Almeida, pelo governador, minimizou o episódio: A questão da mobilidade na Paralela é superada. O Setps poderia pegar esses R$ 600 milhões para investir no BRT nas linhas Iguatemi Pituba, Retiro-Calçada e Cajazeiras Mussurunga.

O secretário João Leão, pelo prefeito, Ainda não li a carta. Vamos analisar junto com o governador.

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