Política
Publicado em 03/09/2017, às 13h09 Gilberto Júnior//BNews Redação BNews
"É um absurdo que um juiz libere para ir para casa um homem que ejacule em uma mulher num ônibus, principalmente quando ele é reincidente nessa prática. É preciso endurecer a legislação para este tipo de abuso, que deixa cicatrizes profundas nas mulheres", apontou a congressista baiana.
Na decisão, Souza Neto entendeu que o caso não era de estupro, mas de atentado ao pudor. A justificativa seria de que Novais não teria usado de violência ou de grave ameaça para constranger a vítima.
"Entendo que não houve constrangimento, tampouco violência ou grave ameaça, pois a vítima estava sentada em um banco de ônibus, quando foi surpreendida pela ejaculação do indiciado", consta na decisão.
Notícias relacionadas:
Juiz não vê estupro e solta homem que ejaculou em passageira de ônibus
Homem que ejaculou em mulher em ônibus é preso ao atacar outra passageira
Delegado pede avaliação psiquiátrica de suspeito de estupro
Suspeito de estupro diz à polícia que escolhe a vítima que estiver mais perto
Publicada originalmente dia 2