Política

PDT mantém pleito por vaga ao Senado, mas admite dificuldade

O PDT lançou o professor Desidério Melo, membro histórico da legenda, como pré-candidato à Casa Alta do Congresso  |  Divulgação/PDT

Publicado em 24/04/2018, às 11h22   Divulgação/PDT   Guilherme Reis

Embora ainda não anunciada publicamente, a chapa majoritária do governador Rui Costa (PT) está praticamente definida, com o PP (João Leão) na vice e o PSD (Angelo Coronel) e o PT (Jaques Wagner) nas duas vagas para disputar o Senado. No entanto, enquanto a confirmação não sai, outros partidos da base aliada continuam a pleitear um lugar na composição, e o PDT é um deles, bem como o PCdoB e o PSB – sendo que este é o que ainda parece demonstrar uma real esperança de concretizar seu objetivo.

No início do mês, o PDT lançou o professor Desidério Melo, membro histórico da legenda, como pré-candidato à Casa Alta do Congresso, ao mesmo tempo que declarou apoio ao presidente da Assembleia Legislativa, Angelo Coronel (PSD), para a outra vaga. “Colocamos o nome do professor Desidério. Mas, caso não consigamos, vamos avaliar, com a executiva nacional, a possibilidade de uma candidatura avulsa”, disse o presidente do PDT na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Jr., admitindo que será ‘difícil’ conseguir emplacar o correligionário. 

A candidatura de Desidério, além de servir para marcar território, também poderá ser útil no sentido de criar um palanque na Bahia para o pré-candidato à presidência da República Ciro Gomes (PDT). 

Félix também comentou o apoio do prefeito de Euclides da Cunha, Luciano Pinheiro (PDT), à reeleição de Rui. Segundo o pedetista, o gestor procurou o governador uma semana antes de o prefeito ACM Neto (DEM) anunciar que não disputaria o Palácio de Ondina. “O apoio já existia, e foi retificado agora”, pontuou. 

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