Política
Publicado em 23/08/2019, às 16h06 Vagner Souza/BNews Brenda Ferreira
Cerca de 120 pessoas de movimentos e organizações em defesa da Amazônia se reuniram em um protesto, na tarde desta sexta-feira (23), que começou no Pelourinho e seguiu em caminhada até o Teatro Castro Alves, no Campo Grande, em Salvador. A manifestação terminou por volta de 16h.
Naiara Almeida, uma das responsáveis do movimento Greve Pelo Clima, conversou com o BNews e afirmou que a organização do protesto foi apressada. “A gente realmente tinha que fazer alguma coisa pela Amazônia porque a gente já está em vários dias de queimada, muito além do normal e a gente precisa que algo seja feito. A gente precisa que as florestas sejam protegidas”.
Manifestações desse tipo acontecem desde março deste ano em todo o Brasil. No exterior, o movimento acontece há um ano, liderada pela sueca Greta Thunberg, de 16 anos, que lançou a greve escolar. Ela começou a faltar aulas todas as sextas-feiras na luta contra a mudança climática. Esse movimento é chamado de “Fridays For Future” (sextas-feiras pelo futuro).
Naiara explicou que, no Brasil, as manifestações têm acontecido com a mesma intenção. “Nós puxamos greves toda sexta-feira para falar sobre a falta de ação dos nossos políticos, empresários e tomadores de decisão em geral, sobre mudanças climáticas, que são uma coisa a se falar agora, não daqui há 500 anos”.