O prefeito João Henrique seguiu os conselhos do secretário da Casa Civil, João Leão, desistiu de brigar na justiça e vai encarar a tramitação normal no caso da rejeição das contas de 2010: usará os prazos para tentar reverter a situação no TCM, como manda o figurino e, se não conseguir, vai encarar a Câmara Municipal de Salvador. O mesmo vale para as contas de 2009, emperradas por força de liminar.
Julga ser este o melhor caminho por razões óbvias, ainda é o prefeito, tem a caneta na mão. Claro, o ano é eleitoral e os vereadores vão cobrar alto, mas, ao que se avalia, por mais caro que seja, é o mais barato.
Se optasse pela Justiça, correria o risco de deixar a apreciação, mais cedo ou mais tarde, para a futura Câmara, um tiro no escuro.
Quem paga a conta? Ora, quem...
Fonte: Coluna Tempo Presente/ Levi Vasconcelos
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