Os deputados federais baianos que não assinaram a CPI contra o bicheiro Carlinhos Cachoeira começaram a se pronunciar.
Alguns deles emitiram notas oficiais, outros preferiram permanecer calados, como foi o caso de João Carlos Bacelar (PR).
Este, é acusado de nepotismo cruzado, de usar uma funcionária como laranja em uma rádio e de pagar com dinheiro da Casa sua empregada doméstica.
Se for considerado culpado pelo Conselho e essa decisão for referendada pelo plenário, o deputado Bacelar pode perder o mandato ou sofrer alguma pena alternativa, como advertência ou suspensão.
A denúncia contra o parlamentar foi feita em uma reportagem da revista Veja em outubro de 2011.
Já outros, falaram pela assessoria, como foi o caso de Antonio Brito (PTB). “Essa CPI é fundamental para apurar os fatos, tomar as providências cabíveis e dar uma explicação à sociedade brasileira”, declarou.
A assesoria informou que Brito é favorável à CPI e alegou que não houve assinatura do documento porque durante toda a semana, ele esteve atuando como presidente da Frente Parlamentar das Santas Casas para viabilizar a linha de crédito junto ao BNDES para essas entidades.
Mas, o discurso que mais chamou atenção foi o deputado e chefe da Casa Civil, João Leão (PP). Segundo o pepista, ele estava em um restaurante, comeu a salada e se sentiu mal. "Eu comi uma mostarda e não me senti bem. E médico em Brasília é igual a avião. Embarquei e voltei para Salvador", afirmou Leão, que assim, pode transformar uma simples dor de barriga em uma verdadeira infecção.
Classificação Indicativa: Livre