Dilma Roussef e seu antecessor vêm discutindo diariamente sobre futuro do PT após o julgamento do mensalão. De acordo com a revista Veja, as conversas são repletas de divergências. A presidente não quer, por exemplo, que o partido insista em desagravos públicos aos condenados nem recorra contra o Supremo em tribunais internacionais - iniciativas apoiadas por Lula.
Para ela, essas ações podem desgastar o gverno junto à classe média que hoje a apoia e dar discurso à oposição nas eleições de 2014. Há, porém, um ponto de convergência: os dois defendem a nomeação do ministro Gilberto Carvalho para assumir a presidência do PT em 2013.
Postada às 16h do dia 13 de outubro
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