O presidente da CBF, José Maria Marin, ainda tenta se aproximar da presidente Dilma Rousseff (PT), mas a chefe de estado não dá brecha. A situação do denunciado Marin piorou muito, após vir a público a participação dele, quando deputado em São Paulo, da prisão do jornalista Vladimir Herzog que acabaria morto pelos torturadores numa cela.
Confira a nota do colunista da Veja, Lauro Jardim, sobre a nova investida:
José Maria Marin queria aproveitar a apresentação de projeto de lei do deputado Vicente Cândido (PT-SP), que anistia dívidas de clubes em troca de investimentos em esportes olímpicos, para, enfim, ser recebido em audiência por Dilma Rousseff. A chance de um “sim” de Dilma, no entanto, era mínima.
Dilma nunca quis se aproximar de Marin. Mas poderia ser constrangida a recebê-lo para discutir o projeto. Com suas críticas a Aldo Rebelo reverberando há duas semanas no YouTube foi tudo para o espaço. Assim como aconteceu com Ricardo Teixeira, Marin terá que se contentar em cruzar com ela em eventos.
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