Política
Publicado em 21/10/2013, às 09h26 Divulgação Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews)
"Não foi uma reunião tranquila como esperávamos porque um grupo, que se retirou, discordou do procedimento da discussão", lamentou o deputado. Segundo ele, os dissidentes defenderam a realização de mais discussões sobre o tema e que a decisão fosse levada para uma comissão, com um número menor de pessoas. Mas como a reunião já estava em andamento no diretório, explicou Eugênio, a maioria decidiu pelo prosseguimento do debate.
Perguntado se a retirada dos colaboradores petistas do governo de Pernambuco seria uma resposta do Partido dos Trabalhadores à decisão do PSB, que no dia 1º deste mês resolveu deixar o governo de Dilma Rousseff, o deputado disse que é mais do que isso. "É mais que uma reposta porque se o PSB tivesse deixado o governo apenas para ter mais liberdade para promover suas discussões (sobre a virtual candidatura de Eduardo Campos) como eles disseram, estava tudo bem", disse o deputado.
O problema, de acordo com Eugênio, é que depois que saiu do governo, o PSB aprofundou posições políticas que mostram uma total divergência do partido presidido por Campos em relação ao governo petista. "Houve uma proximidade muito grande do PSDB com Aécio. Parece que está se formando uma ampla frente nacional contra o governo do PT", disse o deputado, que também citou as críticas feitas ao governo pela ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.