O governador Jaques Wagner fez uma auto avaliação de mais um ano de governo em entrevista ao Jornal da Metrópole nesta segunda-feira (30). Segundo o petista, em 2013 a economia baiana esteve comprometida por conta da estiagem e e das dificuldades financeiras. "Terminamos o ano bem, foi um ano duro por conta da estiagem e depois o aperto financeiro e isso tem impacto no orçamento dos estados. Porém, terminamos o ano mantendo os programas do governo, o nível de investimento", disse ao apresentador Mário Kertész. Sobre as eleições do próximo ano, o governador acredita que estão bem posicionados a presidente Dilma Rousseff e o pré-candidato ao governo, Rui Costa (PT). “Dilma está bem posicionada para eleição do ano que vem, portanto é ‘puxadora’ de votos. Creio que o governo vai chegar com uma avaliação boa. Rui é um cara jovem de 50 anos, viveu toda experiência do governo. É um cara que tem conhecimento profundo sobre a Bahia, eu acho que tem tudo pra fazer um bom governo”, acredita.
Na oportunidade, ele revela ainda que não tem intenção deixar o Palácio de Ondina antes do fim do mandato. “Vou até o final porque fica mais tranquilo o processo sucessório. Posso ajudar mais os candidatos, a eleição da Dilma. E terminando o mandato, a gente tem um horizonte de coisas para fazer. Prefiro ficar até o final que dá mais tranquilidade”.
A boa relação com o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), também fez parte da conversa. “Não chega a ser namoro, é uma boa relação. Estamos tendo uma convivência positiva. A cidade sofreu demais, então não dava para brincar. Desde o primeiro momento ele me procurou, eu o levei para falar com Dilma. Fizemos esse Réveillon de quatro dias. E na minha despedida vai ser o Réveillon maior. As coisas estão andando porque o povo de Salvador está carente. Na política ele é de um partido, eu sou do outro, mas não fico estipulando adversário. Meu foco é a eleição de Rui Costa, Otto Alencar e Dilma”, concluiu.
*Nota originalmente publicada às 15h46 do dia 30/12
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