O “parecer a peso de ouro”, conforme denuncia Pelegrino, “será dinheiro do contribuinte jogado fora, porque a Constituição Federal está sendo ferida. A contratação, por si só, na intenção de pressionar os magistrados, comprova a falta de argumentos”.
O escritório paulista foi contratado sem licitação, apesar de a prefeitura contar com procuradores de carreira, alguns especialistas em direito tributário. “Para manter uma ilegalidade, ele comete outra”, argumenta Pelegrino.
Publicada no dia 18 de fevereiro de 2014, às 18h29
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