Política
Publicado em 31/03/2011, às 08h28 Maiana Brito
Na opinião de Caetano, se a lei não for mudada, pelo menos pode sofrer alterações. Além disso, essa movimentação de Luiza Maia causou polêmica e faz a população discutir sobre a Assembleia. "Os conservadores ficam incomodados com essas agitações, por isso começam a gritar, esbravejar, a exemplo do presidente Marcelo Nilo".
Em relação à candidatura de Fátima Mendonça, o presidente da UPB disse que adoraria se isso acontecesse e lamentou a restrição imposta pela legislação eleitoral. “No dia em que ela quiser entrar para a política, se elege. A população gosta dela. A Fátima é alto astral, inteligente”.
Questionado sobre o comando do Partido dos Trabalhadores, Caetano respondeu que todo mundo tem participação. “O PT é democrático, eclético. Às vezes problemático, às vezes não”.
Eleição – Sobre o pleito em Camaçari, o prefeito falou que o nome do substituto ainda está em discussão e deve ser definido até o próximo mês. Entre os possíveis candidatos estão Ademar Delgado e Jailce Andrade. Ele revelou que Luiza Maia também foi apontada como opção para ocupar a cadeira. No entanto, como é sua esposa, não pode também por causa da lei. “Mas, 2014 está longe. Antes temos a etapa 2012”.
Em relação à eleição para prefeito de Salvador, Caetano afirmou que o PT vai ter candidato próprio, mas ainda não está definido se é Walter Pinheiro ou Nelson Pelegrino quem vai disputar a preferência dos eleitores nas urnas. “Pelegrino é o mais cotado, mas o partido tem diversos nomes e quem comanda é Wagner. Depois da decisão, todo mundo se junta e apoia o candidato”.
João Henrique também esteve na pauta do programa. Na avaliação do presidente da UPB, ele cometeu
Ao final do programa, o presidente do Tribunal de Contas do Município, Paulo Maracajá, chegou e destacou a importância da parceria com a União dos Prefeitos da Bahia da necessidade de a mídia atuar na divulgação das ações dos órgãos. “Maracajá está fazendo uma transformação no Tribunal. Temos que puxar para que o TCM esteja mais perto dos gestores municipais. Isso vai refletir diretamente na administração de cada um. O que está dando certo vai andar cada vez mais certo. Quem está errado, vai ser julgado e pagar pelo que deve”, conclui Caetano.