Política
Publicado em 21/10/2026, às 07h21 Reprodução/Redes sociais Samuel de Jesus
ACM Neto, elevou o tom das críticas contra lideranças do PT na Bahia. Após o governador Jerônimo Rodrigues e o ex-ministro Rui Costa publicarem um vídeo cobrando a divulgação de suas informações financeiras e telefônicas, ex-prefeito de Salvador respondeu afirmando que suas contas já foram verificadas pela PF e fez novas cobranças sobre o patrimônio dos petistas, com destaque para dois apartamentos avaliados em R$ 10 milhões de Rui e Wagner.
Em vídeo publicado em sua rede social, na noite desta terça-feira (20), ACM Neto desafiou Rui Costa, Jaques Wagner e Jerônimo Rodrigues a também disponibilizarem informações sobre seus patrimônios. O ex-prefeito acusou os adversários de fazerem um “jogo de cena”.
Neto questionou dois imóveis de alto padrão, ambos avaliados por ele em aproximadamente R$ 10 milhões e atribuídos aos dois políticos.
Sobre Rui Costa, ele questionou a propriedade de um apartamento que atribuiu ao ex-ministro, além de cobrar explicações sobre uma fazenda localizada no Sul da Bahia. De acordo com ACM, a propriedade rural vale milhões de reais e não estaria registrada em nome de Rui na Justiça Eleitoral como bem material.
Quanto ao senador Jaques Wagner, ACM Neto citou um apartamento de alto padrão no Corredor da Vitória, em Salvador, também avaliado em R$ 10 milhões. O ex-prefeito ainda mencionou o crescimento do patrimônio declarado pelo senador, que teria passado de R$ 3,3 milhões, em 2018, para R$ 24,5 milhões, em 2026. Segundo ele, como o político só cumpre cargos públicos, os valores não seriam compatíveis com sua renda.
ACM Neto também voltou a questionar a compra de 300 respiradores durante a pandemia de Covid-19, por meio do Consórcio Nordeste. O ex-prefeito citou quase R$ 50 milhões pagos pelos equipamentos, que não foram entregues, e cobrou explicações do ex-governador da Bahia.
ACM Neto também citou o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e cobrou esclarecimentos sobre uma investigação da Polícia Federal envolvendo o secretário estadual do Meio Ambiente, Eduardo Sodré, suspeito de recebimento de vantagens indevidas.
O ex-prefeito afirmou que seus sigilos já teriam sido quebrados e voltou a defender que as cobranças por transparência sejam aplicadas a todos os envolvidos
Transparência não pode valer apenas para os adversários”, declarou o ex-prefeito, ao defender que os três petistas também prestem esclarecimentos sobre as questões levantadas.
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