Política
Publicado em 24/05/2026, às 19h37 Divulgação / Alerj Anderson Ramos
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) reagiu às críticas feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao parlamento fluminense. Em discurso no sábado (23), durante evento na Fiocruz, o petista disse que se dependesse da Alerj, o governador poderia ser um miliciano.
O atual chefe do Palácio Guanabara é o desembargador e presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, que assumiu o posto após a renúncia do então governador Claudio Castro (PL).
Couto assume porque o estado está sem vice‑governador - Thiago Pampolha renunciou para ir para o TCE‑RJ - e o próximo na linha sucessória, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, está afastado por decisão do STF.
Em nota, a Alerj diz que “respeita as instituições da República e espera o mesmo respeito por parte de todas as autoridades do país, inclusive do Presidente da República”.
“É inaceitável qualquer tentativa de generalizar ou criminalizar o Parlamento fluminense e seus representantes eleitos pelo povo do Rio de Janeiro. A Alerj é uma instituição democrática, legítima e merece respeito”, aponta.
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