Política
Publicado em 28/10/2026, às 10h22 Reprodução/Redes Sociais Eduardo Costa
Um membro do governo argentino de Javier Milei estava na cidade do aeroporto em que Flávio Bolsonaro (PL) partiu rumo aos Estados Unidos na madrugada desta quarta-feira (28). A informação foi publicada pelo jornal "La Nacion", da Argentina.
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De acordo com a reportagem, o estrategista de Milei, Santiago Caputo , estava em Misiones quando o avião particular decolou. O fato, se comprovado, ajuda a alimentar as suspeitas de envolvimento do governo argentino na fuga de Flávio.
Até o momento, o governo da Argentina vem afirmando que não havia mandado de prisão ou impedimento legal expedido na fronteira que impedisse Flávio e sua família de entrar no país, apesar da decisão do ministro Alexandre De Morais, do Supremo Tribunal Federal (STF), de confiscar seu passaporte.
A Direção Nacional de Migração informa que às 22h50 do dia 27 de outubro, os seguintes cidadãos entraram pelo posto fronteiriço da Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones: Flavio Nantes Bolsonaro , Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro , Carolina Figueira Bolsonaro e Luiza Figueira Bolsonaro . Eles entraram com documentos de viagem válidos e sem qualquer impedimento legal para entrar no país. Além disso, seu trânsito foi registrado pela autoridade competente sem incidentes", disse o perfil oficial de migração da Argentina.
Segundo a Folha de S.Paulo, a família teria embarcado em um voo privado operado pela empresa Baires Fly S.A., com destino a Guayaquil, no Equador. A aeronave é um Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW.
A aeronave particular custa em média US$ 34,5 milhões a US$ 35 milhões, cerca de R$ 187 milhões em conversão direta.
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