Política

Ao contrário do PT, partido de Alckmin condena Maduro

Presidente do PSB considera o regime venezuelano como uma "ditadura  |  Em 2014, Alkmin chegou a receber a líder oposicionista da Venezuela - Reprodução

Publicado em 30/07/2024, às 12h58   Em 2014, Alkmin chegou a receber a líder oposicionista da Venezuela - Reprodução   Cadastrado por Yuri Pastori

O PSB, partido do vice-presidente Geraldo Alckmin, decidiu não reconhecer a vitória de Nicolás Maduro na Venezuela, ao contrário do posicionamento do Partido dos Trabalhadores (PT) que apoiou o resultado das eleições venezuelanas. As informações são do portal Metrópoles.

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O presidente do PSB, Carlos Siqueira, disse que o partido considera o regime venezuelano como uma "ditadura" e que o processo eleitoral do país não é democrático. “O PSB condena as violações dos direitos humanos e democráticos perpetradas pelo regime chavista. Consideramos esse regime uma ditadura e, como tal, sabíamos que ele não realizaria uma eleição livre, transparente e democrática”, afirmou Siqueira ao colunista Igor Gadelha.


O posicionamento acontece após o PT ter se manifestado e classificado as eleições como uma “jornada importadora, democrática e sóbria”. Durante os mandatos de Alckmin como governador de São Paulo, o então ocupante do cargo paulista disse que Maduro agia "de forma autoritária e antidemocrática". Essas opiniões foram dadas, quando o brasileiro Jonatan Diniz foi preso no país venezuelano.


Em 2014, Geraldo Alkmin chegou a receber a líder oposicionista da Venezuela, María Corina Machado, impedida de concorrer nas eleições deste ano. María é uma das que constesta a vitória de Maduro nas urnas.

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