Política
Publicado em 21/10/2025, às 18h59 - Atualizado às 18h59 Reprodução / Youtube Daniel Serrano
O secretário de Relações Institucionais Adolpho Loyola foi o entrevistado desta terça-feira (21) do programa Se Liga Bocão, da rádio Baiana FM, com transmissão na BNewsTV.
Receba as principais notícias de Política no canal do BNews no WhatsApp
Na oportunidade, Loyola comentou sobre o cenário para as eleições do ano que vem. De acordo com o secretário, a chapa do governo do Estado já está praticamente formada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) buscando a reeleição.
No entanto, ainda existe uma indefinição sobre quem serão os dois candidatos ao Senado na chapa. Atualmente, três nomes disputam as duas vagas: os senadores Angelo Coronel (PSD) e Jaques Wagner (PT), que desejam disputar a reeleição, e o ministro-chefe da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT).
"Nosso time está escalado: o presidente é Lula, o governador é Jerônimo. Nós temos duas vagas para o Senado e temos um bom problema, temos três bons nomes, o senador Angelo Coronel, o senador Jaques Wagner e também o ministro e ex-governador Rui Costa. Então nós temos até o ano que vem para a gente sentar e decidir a nossa chapa", disse Loyola.
O secretário ainda rebateu o discurso adotado pela oposição de que a população tem um "sentimento de mudança", após quase 20 anos do PT à frente do governo da Bahia.
"Nós governamos para todos e todas. Nós não governamos para um nicho, não governamos para um grupinho de amigos, não governamos só para a capital. Nós não temos receio nenhum do projeto que nós somos. Nós não temos receio nenhum do que a gente faz, do que a gente vai fazer e do que a tá fazendo", afirmou Loyola.
"Então, nós estamos prontos para o debate. Nós não nos escondemos e vamos ver se é cansaço de fato ou o povo vai dar outra resposta para a nossa oposição", emendou.
Oferta do dia: 47% de desconto no Samsung Galaxy S24 Ultra
Outubro Rosa: Especialista fala sobre a importância do diagnóstico precoce e da mamografia a partir dos 40 anos