Política

Braço direito de Bolsonaro fez 'jogo duplo' para pegar joias sauditas; entenda

Braço direito de Bolsonaro agiu de uma maneira para a Receita e de outra par a gabinete de Bolsonaro  |  Foto: Divulgação

Publicado em 27/04/2023, às 07h33   Foto: Divulgação   Cadastrado por Vinícius Dias

Braço direito do ex-presidente Jair Bolsonaro, o coronel Cid atuou como um 'espião duplo' no caso das joias sauditas. O objetivo dele era o de reaver as joias, avaliadas em R$16,5 milhões, que entraram ilegalmente no país.

Nos últimos dias de dezembro de 2022, no fim do governo Bolsonaro, Cid providenciou a documentação necessária para realizar um procedimento burocrático junto à Receita Federal que só pode ser feito em caso de bens com destinação pública – e não privada.

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Internamente, no entanto, a atuação dele foi distinta: os procedimentos tomados por Cid fariam com que as joias fossem para o acervo privado de Bolsonaro (PL) quando saíssem da Receita.

O conjunto valioso poderia ter entrado no Brasil sem o pagamento de imposto, desde que fosse declarado como presente para o Estado brasileiro, mas, neste caso, ficaria com a União.

😳A NOVA VERSÃO SOBRE AS JOIAS

Agora, Michelle Bolsonaro afirma que foi mal compreendida e disse apenas não ter visto o 1° pacote de jóias.

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— Camarote da República  (@camarotedacpi) April 25, 2023

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