Política

Brasil e EUA firmam pacto para 'asfixiar' financeiramente o crime organizado

Com o acordo, serão investigados 17 fundos nos EUA e 40 no Brasil, ampliando o combate à lavagem de dinheiro e crimes financeiros.  |  Criado com Inteligência Artificial

Publicado em 27/12/2025, às 14h39   Criado com Inteligência Artificial   Daniel Serrano

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, encaminhou aos Estados Unidos a documentação necessária para firmar um acordo de cooperação para combater o crime organizado. Segundo técnicos que atuam nas discussões, o objetivo é permitir o rastreio automático de movimentações financeiras suspeitas de lavagem de dinheiro. As informações são da coluna de Júlio Wiziack, no portal UOL.

De acordo com a publicação, cargas e contêineres que deixarem os portos e aeroportos dos EUA também poderão ser revistadas antes de deixarem o país rumo ao Brasil. Inicialmente, a cooperação deve investigar 17 fundos sediados nos EUA e cerca de 40 fundos de investimentos brasileiros.

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O pacto será firmado depois da interdição da refinaria de Manguinhos, do empresário Ricardo Magro. Ele é apontado pelo governo brasileiro como o maior devedor do país, o que ele nega.

O empresário, que mora em Miami (EUA), contesta as cobranças e autuações impostas pelos fiscos estaduais e federais, que somam R$ 26 bilhões.

O acordo foi acertado no início de dezembro, após um telefonema de Lula ao presidente dos EUA, Donald Trump. Os detalhes foram combinados em uma conversa entre Haddad e o embaixador norte-americano interino no Brasil, Gabriel Escobar.

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