Política

Após polêmica, Carlos Muniz defende gratuidade nas alternativas às sacolas plásticas

O vereador é o autor da lei que proíbe o uso material em Salvador  |  Divulgação

Publicado em 14/05/2024, às 13h43 - Atualizado às 14h17   Divulgação   Daniel Serrano

O presidente da Câmara Municipal de Salvador, o vereador Carlos Muniz (PSDB), defendeu uma alternativa gratuita para as sacolas plásticas, que passaram a ser proibidas desde o último domingo (12), por uma lei de autoria do próprio edil.

"A opção dada no texto deve ser interpretada pelo empresariado sempre em favor do consumidor e não repassando os custos", disse Muniz.

 Segundo a nova lei, "os estabelecimentos comerciais podem optar por fornecer gratuitamente aos clientes alternativas para o plástico, como sacolas de papel, podendo cobrar pelas embalagens permitidas por esta lei, até o valor máximo de seu custo". Por isso, a cobrança não é obrigatória.

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A nova lei proíbe o uso de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais de Salvador. A medida estabelece ainda que este tipo de embalagem deve ser substituído por outras de material ecológico e biodegradável. A Lei Municipal nº 9.699/2023 visa a redução de danos ao meio ambiente da capital baiana.

Classificação Indicativa: Livre


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