Política

Caso Marielle: Brazão pede ao STF “prisão domiciliar humanitária" e cirurgia

Em outubro, Brazão solicitou prisão domiciliar alegando “fragilidade do estado de saúde” e passou por avaliação médica  |  Alerj

Publicado em 27/12/2024, às 11h31 - Atualizado às 11h34   Alerj   Yuri Pastori

O suspeito de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco, o deputado federal Chiquinho Brazão (Sem partido - RJ), que está preso no Mato Grosso do Sul, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) “prisão domiciliar humanitária” com uso de tornozeleira eletrônica e autorização para fazer uma cirurgia no coração no Hospital da Unimed, no Rio de Janeiro. 

A ação protocolada na véspera do Natal por Brazão, que está preso preventivamente desde o mês de março, está com o relator do caso, o ministro do STF, Alexandre de Moraes. Brazão passará por consulta com cardiologista nesta sexta-feira (27), para “avaliação dos exames e possível encaminhamento para cirurgia”, conforme noticiou a coluna de Paulo Capelli do portal Metrópoles.

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“Como se observa dos laudos, os médicos, diante da conclusão da angiotomografia coronária, constataram a necessidade de submeter o paciente ao estudo por cinecoronariografia – método invasivo – com o objetivo de identificar obstruções nas artérias com o presumível objetivo de submetê-lo a cirurgia cardíaca”, argumentou a defesa.

Os advogados do parlamentar ainda alegam que ele é portador de hipertensão arterial, diabetes, cardiopata, possui angioplastia prévia com stent, doenças crônicas e metabólicas, e apresenta quadro clínico complexo.

Assista ao programa Se7e da Matina desta sexta-feira (27):

Classificação Indicativa: Livre


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