Política
Publicado em 25/10/2026, às 06h00 Divulgação/TV Bahia Héber Araújo
Os eleitores de toda a Bahia, e de todo o Brasil, voltam às urnas neste domingo (25), para decidir quem será o presidente do país pelos próximos quatros anos. De um lado está o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto de outro está o senador do Rio de Janeiro e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro (PL).
Esta eleição já é considerada umas das mais equilibrada dos últimos tempos, principalmente no segundo turno, onde ambos os políticos aparecem equilibrados, de acordo com as pesquisas eleitorais. Na quinta-feira (22), o instituto Datafolha divulgou a última pesquisa eleitoral antes do segundo turno, onde ambos aparecem numericamente empatados, com 50% das intenções de voto.
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Para ser reeleito, o petista enfrenta uma rejeição e desgaste político, principalmente entre os mais jovens, o que tem provocado um desejo de mudança. É nesse cenário que Flávio tem se posicionado como a voz da mudança, impulsionado pelo antilulismo e polarização que se instalou no cenário político brasileiro.
O senador, por sua vez, enfrenta uma série de escândalos familiares e envolvendo a si próprio, principalmente relacionados a investigações da Polícia Federal. Dentre as acusações estão o investimento no filme Dark Horse e a relação com o advogado Willer Tomaz, acusado de lavagem de dinheiro.
Contra Flávio ainda pesa acusações de ser um político anti-democrático, acusações essas que pesam principalmente devido à condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso por tramar um golpe de estado. Nesse movimento, que se fortaleceu o anti-bolsonarismo, movimento que rejeita todos os candidatos ligados especialmente a família do Bolsonaro.
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