Política
Publicado em 31/08/2026, às 17h38 Divulgação/Campanha Héber Araújo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, suspendeu a campanha eleitoral do candidato a presidente Wilson Grassi (Democrata). A decisão foi tomada no domingo (30), mas só tornada pública nesta segunda-feira (31), devido a identificação de irregularidades na campanha virtual do candidato.
"A suspensão da realização de propaganda eleitoral da chapa majoritária do Democrata por meio de quaisquer endereços eletrônicos de sítio, blog, rede social, sítio de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas não informados tempestivamente à Justiça Eleitoral", disse o ministro na decisão.
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Ainda na decisão, o ministro suspendeu os repasses do fundo de campanha para a chapa que disputa a presidência composta por Grassi, além de que repasses já feitos sejam gastos. A determinação de Toffoli, que também atua no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se assemelha à decisão proferida contra o também presidenciável Renan Santos.
O fundador do partido Missão e do Movimento Brasil Livre (MBL) foi proibido de participar de dar entrevistas ou participar de debates, além de justificar as irregularidades em até 24h.
De acordo com a legislação, contas em redes sociais que serão usadas pela campanha devem ser informadas ao TSE no momento do registro da candidatura na Corte Eleitoral. Jás os endereços eletrônicos criados no decorrer da campanha devem ser informados à Justiça Eleitoral em até 24 horas após a criação.
“Simples concluir que enquanto a Justiça Eleitoral não receber a informação que deveria ocorrer impreterivelmente no momento do registro ou um dia após a criação de novos canais de propaganda digital, os perfis em redes sociais seguem passíveis de recomendação pelas plataformas”, afirmou.
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